Muita
gente não sabe, mas, diferente do que acontece no mundo dos
computadores, onde o Windows, sistema operacional da Microsoft, reina
absoluto com o IOS, sistema operacional da Apple presente ms Macs, e
o Linux correndo por fora, no mundo dos dispositivos móveis
(celulares, tablets, relógios inteligentes e carros conectados entre
outros) a situação é bem diferente. E embora o Android,
desenvolvido pelo Google, seja o dominante, seu domínio não é tão
grande quanto o Windows nos computadores e o número de concorrentes
é bem maior. Claro que a maioria das pessoas – principalmente aqui
no Brasil e na América Latina – pensa que só existem o Android
com os mais variados dispositivos rodando o sistema do robozinho e o
IOS da Apple com os seus Ipads e Iphones. Mas na verdade existem
outros sistemas para esses tipos de dispositivos. A maioria deles é
bem mais recente, lançados nos últimos meses, e por isso ainda
praticamente desconhecido do público em geral. Aliás, além do
Android e IOS, só o Windows Phone da Microsoft tem alguma
popularidade e seja conhecido do público brasileiro. Até porque,
excetuando-se o Firefox OS (presente em mais de uma dezena de
aparelhos celulares e nas smarts Tvs da Panasonic), cujo
desenvolvedor (fundação Mozilla) é o mesmo do navegador Firefox,
os outros ainda não foram oficialmente lançados aqui no Brasil e na
América Latina, embora possam ser legalmente importados. Além dos
quatro sistemas já citados acima, somente o Sailfish OS da Jolla,
uma empresa finlandesa fundada por ex-funcionários da Nokia após a
venda para a Microsoft, já tem algum tempo no mercado com um celular
e um tablet, o qual foi lançado há pouco mais de um mês. A
Samsung, em parceria com a Intel e um grupo de outras empresas, vem
desenvolvendo o Tizen. Essas empresas, principalmente a Samsung, está
investindo pesado no Tizen com o objetivo de acabar com a dualidade
Android e IOS. O Tizen está presente em dois modelos de celulares
(Z1 e Z3 da Samsung), lançados recentemente na Índia e na África,
nos relógios inteligentes da linha Gear, nas novas Smarts TVs da
empresa Sul Coreana e nas câmeras fotográficas. A Samsung pretende,
aos poucos, substituir o Android pelo Tizen nos seus aparelhos top de
linha. E finalmente temos o Ubuntu Phone da Conical, a mesma empresa
que está por trás do Ubuntu, a distribuição Linux mais conhecida,
presente em vários notebooks e desktops. O Ubuntu Phone foi lançado
há poucos meses e está presente em dois aparelhos (Aquarios E4.5,
da espanhola BQ e MX4 da chinesa Meizu), vendidos principalmente na
Europa e China. O que há em comum a todos os sistemas operacionais,
exceto o Windows Phone e IOS, é o fato de todos serem derivados do
Linux. Embora cada um dos sistemas tenha as suas particularidades,
vantagens e desvantagens, o que pode agradar mais uns e outros menos,
no fim das contas todos fazem praticamente as mesmas coisas. Não é
objetivo desse artigo apresentar as características de cada um
desses sistemas; aliás para saber um pouco mais cada um deles é só
acessar este LINK A intenção do autor é tão somente mostrar ao
leitor a existência de uma grande variedade de sistemas para
dispositivos móveis, pois muita gente ainda não sabe disso. Aliás,
se hoje essa informação pode até parecer irrelevante, o mesmo não
será num futuro bem próximo, pois não há dúvida de que a guerra
e a disputa por relevância entre os sistemas citados acima está
para começar. Quem sobreviverá é difícil saber, mas não há a
menor sombra de dúvida que, no fim das contas, quem sairá ganhando
é o usuário, que terá cada vez mais recursos ao alcance da mão.
Apaixonado por literatura desde pequeno, começou a escrever as primeiras histórias aos 11 anos e desde então não parou mais. Parte desse material escrito nos últimos 30 anos você poderá encontrar aqui, inclusive trechos de obras que estão sendo preparadas para a publicação.
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terça-feira, 15 de setembro de 2015
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
A SAMSUNG E O TIZEN
Depois do
lançamento do FirefoxOS e do Sailfish, cegou a vez do Tizen, sistema
de dispositivos móveis desenvolvido pela Samsung em parceria com a
Intel e várias outras do ramo de tecnologia. Para quem ainda não
sabe, o Tizen é uma herança do Meego, sistema que chegou a ser
desenvolvido pela Nokia em parceria com Intel mas que foi abandonado
pela Nokia depois do acordo com a Microsoft. Acordo esse que, dizem
as más línguas, foi o maior erro da empresa finlandesa, uma vez que
o Meego era superior ao Windows Phone e tinha tudo para concorrer em
pé de igualdade com o Android do Google e o IOS da Apple. Assim como
o Android, o FirefoxOS e Sailfish o Tizen é baseado no Linux, mas
com uma diferença: Dá mais poder ao HTML5 – linguagem usada pela
internet – o que deve tornar os aplicativos mais velozes e menos
pesados. Enfim, a Samsung resolveu entrar na parceria com a Intel e,
após grandes mudanças nos rumos do sistema, rebatizou-o de Tizen.
Com ele, a intenção da Samsung é diminuir a dependência do
Android e com isso reduzir o altos custos com o pagamento de patentes
tanto ao Google quanto às demais empresas como a Apple e a
Microsoft, uma vez que o Android usa várias patentes dessas
empresas. Apesar do sucesso da Samsung e do fato de ter se tornado a
segunda maior fabricante de smartphones do mundo se dever ao Android,
que ela soube como nenhuma outra empresa, ajustar ao gosto e às
necessidades do usuário, ela parece disposta a tomar um novo rumo.
Ainda é cedo para sabermos se o Tizen de fato terá condições de
ser competitivo e de agradar ao público a ponto de levá-los a
comprar aparelhos com o novo sistema. Mas tudo indica que o Tizen
pode sim vir a ser um concorrente de peso, uma vez que vai equipar os
aparelhos de ponta da empresa sul-coreana e muito provavelmente de
outras empresas. Outro fator que pode favorecer o Tizen é o fato de
equipar outros aparelhos eletrônicos como smarttvs, noteboks,
tablets, câmeras fotográficas e veículos. Mas a Samsung sozinha
não terá condições de levar o Tizen a desbancar o Android e o
IOS. Aliás, o caso da Apple é único e muito dificilmente surgirá
outra empresa que faça o mesmo. A Microsoft com o seu Windows Phone
vem engatinhando há quase uma década e só agora, depois da
aquisição da Nokia – empresa que já foi a maior fabricante de
celulares do planeta --, que seu sistema operacional passou a ter
alguma relevância no mercado de dispositivos móveis, ainda sim
muito pequena. Apesar dos esforços da Microsoft, ainda assim os
tablets com Windows não decolam. A Samsung por outro lado parece não
estar disposta a cometer o mesmo erro e vai continuar a lançar
aparelhos com o Android, mas a medida que o Tizen for crescendo, é
bem possível que ela acabe dando preferência ao seu próprio
rebento. Então, que venha mais um sistema e que os consumidores se
encarreguem de dizer quem sobreviverá.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
LINUX: TÁ NA HORA DE COMEÇAR A PENSAR NELE
Para
a grade a maioria dos usuários de computador, o Linux é algo
estranho, inacessível e só usado por nerds, ou seja: por quem
entende realmente de computadores. De fato, isso era verdadeiro
quando o Linux nasceu em 1997. E por alguns anos foi acumulando essa
fama de sistema complicado e difícil, fama essa que perdura até
hoje. Mas isso faz parte do passado e há pelo menos 7 ou 8 anos que
essa fama não tem mais razão de ser. Mesmo com a grande pressão da
Microsoft sobre os fabricantes de computadores e o boicote da maioria
deles em colaborar para que o Linux fosse compatível com os mais
variadas partes de seus computadores, o Linux, graças principalmente
a grande comunidade de usuários e entusiastas ao redor do mundo,
tornou-se um sistema fácil de usar e de ser instalado no computador.
De forma que o mais leigo dos usuários é capaz de instalá-lo de
forma fácil, bem mais fácil que o próprio Windows. Aliás, durante
muitos anos o Linux seguiu os passos do Windows, procurando imitá-lo
naquilo que ele tinha de melhor como a interface gráfica por
exemplo, mas hoje, por ironia do destino, a coisa mudou de figura e é
o Windows quem vem imitando o Linux naquilo que ele tem de melhor,
como ocorreu no visual do Windows 7 – embora para muitos trata-se
tão somente de uma coincidência – e criação de uma Central de
Programas, que já existe no Linux há mais de uma década. Nossa!
Como é estranho para um usuário do Linux instalar programas no
Windows! Seja qual for o aplicativo, basta tão somente acessar a
Central de Aplicativos, como ocorre nos celulares e tablets, e baixar
o aplicativo que você queira, seja ele um editor de imagens, um
navegador web, um processador de textos ou um jogo. Mas e no Windows,
como isso é feito? Se não se tem o CD ou DVD dele, terá de
procurar na Internet e ainda por cima baixar uma cópia pirata, o que
é crime, embora a maioria dos usuários Windows o faça. No Linux,
praticamente todos os aplicativos são gratuitos, assim como o
próprio sistema operacional. Diferentemente do Windows, o Linux é
conhecido por ser um sistema seguro, estável e praticamente imune a
a essa praga chamada vírus, evitando que você tenha de instalar
vários programas de segurança, os quais deixam o computador mais
lento, mesmo nas máquinas mais modernas. Por ser um sistema aberto,
onde qualquer um pode ter acesso a todos os seus componentes, o Linux
é mais seguro e capaz de se adaptar aos mais variados tipos de
computadores. Não é como o Windows que é um sistema único,
independentemente da máquina onde será instalado. Por exemplo, não
existe uma mesma versão Windows para um computador que acabou de ser
lançado e outro para um computador digamos de 2008. Por isso a uma
versão nova do Windows não roda em computadores mais velhos. Isso
não ocorre com Linux, uma vez que o sistema pode ser ajustado para
máquinas com processadores mais lentos e que tenham pouca memória,
sem ter de abrir mãos dos aplicativos mais recentes. Aliás, é por
se tratar de um sistema aberto, flexível e seguro que o Linux serve
de base para o Android do Google, o FirefoxOS da Fundação Mozilla,
o Ubuntu Touch da Conical, o Tizen da Samsung e Intel e o SailFish da
Jolla; todos esses sistemas para smartphones e tablets estão no
mercado ou serão lançado nos próximos meses, como é o caso do
Ubuntu Touch, do Tizen e do Sailfish que virão se juntar ao IOS da
Apple, o Android do Google, o Windows Phone da Microsoft e FirefoxOS
da Mozilla que já embarcam dispositivos móveis disponíveis no
mercado. Dessa lista de sistemas, apenas o Windows Phone e o IOS não
tem como base o Linux, os demais são modificações do Linux.
Portanto, se você nunca ouviu falar do Linux ou não se interessou
por ele ainda, talvez esteja na hora de rever sua posição. Claro
que ainda é muito cedo para se falar de um mundo sem Windows, mas
dada a dificuldade que a Microsoft vem enfrentando para entrar no
mercado de dispositivos móveis; a queda acentuada na venda de
computadores pessoais, onde o Windows ainda reina absoluto; na falta
de inovação e na falta de aceitação que a última versão do
Windows vem enfrentando, talvez esse dia esteja mais próximo do que
muita gente imagina. Não por acaso, as grandes empresas de
tecnologia como o Google, Intel, HP, Dell, IBM, AMD, LG, Siemens,
Motorola, Samsung e tantas outras são parceiras da Linux Fundation –
uma organização que ajuda a desenvolver e a divulgar o Linux --,
sem falar na Valve que desenvolve jogos para computadores e que é
dona, por exemplo, do Half-Life, Counter-Strike e Left 4 Dead, que
não só disponibilizou a maioria de seus jogos para Linux como
resolveu desenvolver uma versão própria do Linux chamado de
StreamOS para ser usado nos seus consoles de videogame que serão
lançados em 2014. Aliás, diga-se de passagem, hoje é bem mais
difícil viver sem o Google do que sem a Microsoft, o que seria
impensável há 8 ou 10 anos atrás.
Debain 7 - Uma das mais antigas e populares distros Linux. Deu origem a várias outras como o Ubuntu por exemplo.
Ubuntu 13.10 - Talvez a distro Linux mais usada atualmente. Recentemente foi lançada uma versão para celulares e tablets cujo maior trunfo é ser igual a usada em computadores. Usa o ambiente gráfico Unity
Fedora 19 - Distro open source da Hed Hat, uma das mais bem sucedidas empresas do ramo.Usa o ambiente gráfico GNOME
Lubuntu 13.10 - É um Ubuntu para computadores mais antigos ou que tenham pouca memória e pouco poder de processamento. É bastante rápida e leve. Usa o ambiente gráfico LXDE
Linux Mint 15 - Distro derivada do Ubuntu cujo maior trunfo é a beleza, elegância e a facilidade de uso. Sua popularidade vem crescendo muito nos últimos anos. Usa o ambiente gráfico Cinnamon
Elementary OS Luna - Também é derivada do Ubuntu e é atualmente a distro mais badalada do momento por sua beleza e velocidade. Usa o ambiente gráfico Pantheon.
ROSA Desktop Fresh - É a minha distro preferida e a qual uso. Usa o ambiente gráfico KDE é também é considerada uma das distros mais bonitas do mundo Linux.
terça-feira, 6 de março de 2012
A OPÇÃO PELO PINGUIM
Embora tenha dado aulas de informática por anos e nesse período tenha ensinado Windows, há 4 anos que não o uso, exceto talvez uma vez ou outra no computador de algum conhecido. Desde que tomei contato com o Linux por volta do ano 2000 percebi que havia algo no sistema do pinguim (como o Linux é conhecido) que não havia no Windows: a segurança e a estabilidade (naquela época o Windows ainda era bastante instável). Aliás, ficava muito puto da vida quando o computador pegava vírus e era preciso formatar o computador, pois muitas vezes o vírus não podia ser removido por um antivírus. Outras vezes porém o maldito vírus havia danificado os meus dados, os quais muitas vezes não podiam ser recuperados, e então dava vontade de quebrar o computador. E quem já não passou por isso?
Claro que naquela época o Linux não era como hoje – mais fácil de instalar e usar do que o próprio Windows --, mas com algum esforço e graças a internet acabei aprendendo a instalá-lo, configurá-lo para que tudo no computador funcionasse e a usá-lo, já que para alguém acostumado com o sistema da Microsoft como eu o Linux era bastante estranho. Aos poucos porém, vi que a maioria das tarefas que eu fazia no Windows era possível fazer no Linux. E então gradualmente a troca de um pelo outro foi ocorrendo. Por volta de 2007 o Linux já havia evoluído tanto a ponto de se tornar tão fácil de usar quanto Windows XP. Não tive dúvida em abandonar quase que de vez o Windows.
Já havia trocado o pacote Office da Microsoft pelo OpenOffice e aos poucos troquei o PhotoShop pelo Gimp, o Corel pelo Inkscape e finalmente o PageMaker pelo Scribus. Na realidade, os três últimos eram usados com pouca frequência, só para fazer cartões de visita, convites e cartazes. Confesso que tive certa dificuldade em fazer as mesmas coisas que fazia nos aplicativos para Windows. A substituição mais difícil foi a do CorelDraw pelo Inkscape. Este não havia atingido no nível que tem hoje e muita coisa que fazia no Corel não era possível fazer no Inkscape. Hoje porém isso são águas passadas e tanto o Inkscape quanto o Gimp e o Scribus atingiram um nível de maturidade e possuem uma gama de recursos que não deixam a desejar em nada aos similares para Windows. Aliás, existem versões desses programas para Windows. Sem contar que são gratuitos e você não corre o risco de ser acusado de estar usando um programa pirata.
Hoje eu mudei de profissão. Uso quase que exclusivamente o pacote para escritório LibreOffice (um derivado do OpenOffice) e a internet. Claro que assisto vídeos, ouço música e rádios online, mas isso qualquer sistema faz. Não posso afirmar que jamais usarei o Windows, mas não tenho a menor intenção de instalá-lo nos meus computadores. Os notebooks das minhas filhas tem o Linux e o Windows instalados lado a lado (não é preciso tirar o Windows para instalar o Linux. Ao ligar o computador você opta por um ou outro), mas ainda sim elas preferem o Linux pois dizem que é mais rápido (provavelmente o antivírus seja a causa da lentidão no Windows. Lembro como isso me irritava na época). E como o Linux possui uma infinidade de variantes (chamadas de distribuições) uma das filhas prefere o Linux Mint enquanto a outra (e eu também) o Mandriva.
Independentemente do uso que se faça do computador, só o fato de saber que não há perigo de vírus e de ter as senhas e os dados roubados já é o bastante para optar pelo Linux. Aliás, este foi um dos motivos pelos quais a maioria das empresas fizeram a troca. Então por que não faça o mesmo você também?
ABAIXO UMA IMAGEM DO DO LINUX MINT E MANDRIVA. PARA MELHOR VISUALIZÁ-LAS, CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
O MANDRIVA ENSINANDO O PUNGUIM A VOAR
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| Mandriva 2012 PowerPack |
Uma dessas distros é o Mandriva, cujo foco é o usuário pouco experiente e ao mesmo tempo exigente que deseja algo moderno, charmoso e repleto de recursos; aliás, o que não falta ao Mandriva é recursos. Tudo nele parece ter sido pensado para seduzir principalmente os amantes da tecnologia. O Lançador de Aplicativos é que o diga. Talvez por isso o Mandriva parece exigir um pouco mais de equipamento do que a maioria das distros, embora rode bem em computadores mais modestos.
O que a difere de outras distros não é só o fato de usar o ambiente KDE, pois muitas outras também o usa, mas a preocupação em inová-lo, embelezá-lo e torná-lo mais funcional e integrado ao sistema do que em outras distros. O gerenciador de arquivos Dolphin recebeu atenção especial, o que possibilita uma experiência maravilhosa para o usuário.
Outro fator que contribui para a facilidade de uso do Mandriva por usuários inexperientes é o MCC (Mandriva Control Center), onde o usuário faz todo o tipo de configuração do sistema. Tanto é que o MCC é usado em várias distros como o PcLinuxOS, Mageia, BlackPanter, TyneME entre outras. Aliás, no MCC há um recurso indispensável para quem está migrando do Windows: o instalador de fontes TTF. Com ele é possível importar as fontes da pasta Windows ou de outra pastas qualquer com apenas dois cliques do mouse.
Obviamente nem tudo são flores no Mandriva. Como eu o uso com frequência, percebi que ele exige mais do computador do que outras distros. A versão gratuita, chamada de FREE, não recebeu o mesmo tratamento que a versão paga, chamada de POWERPACK. Aliás, esta última apesar de ser completa, vir com todos os codecs de áudio e vídeo e vir com uma série de programas proprietários, possui um bug na instalação. Mesmo que se escolha o idioma português do Brasil, o sistema instala o português de Portugal. Para fazer essa correção é preciso ir até o gerenciador de pacotes e instalar o pacote de idiomas português brasileiro para o KDE e Firefox.
Segue abaixo um vídeo que mostra a versão 2011 do Mandriva
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
OS MUITOS LINUX E A LIBERDADE DE ESCOLHA
Dentre as maiores
diferenças entre Linux e o Windows está a variedade de
distribuições. O Windows, por ser desenvolvido e comercializado
pela Microsoft, não possui variantes. É um só e com o mesmo
ambiente gráfico independentemente do propósito e do tipo de
computador onde será usado. O Linux por outro lado, por ser livre,
é distribuído por centenas de empresas e pessoas que o personalizam
para um determinado tipo de computador e finalidade, permitindo assim
que se possa tirar o máximo de proveito da máquina. Além disso,
diferentemente do Windows, o Linux possui vários ambiente gráficos
tanto para se adaptar aos recursos do computador como para agradar ao
gosto do usuário, que muitas vezes é bastante exigente.
Quanto às
personalizações, estas são comumente chamadas de distribuições
ou simplesmente distros. As distros variam de uma para outra tanto na
personalização do ambiente como nos aplicativos. Hoje em dia as
distros mais popularas são: Ubuntu, Linux Mint, Fedora, OpenSuse,
PclinuxOS, Mandriva, Debain, Arch, Puppy entre outras.
Por outro lado,
os ambientes gráficos definem não só a aparência da tela como
também o comportamento das janelas e dos aplicativos, a maneira como
estes aplicativos se interagem com o ambiente gráfico e vice versa.
Aliás, cada ambiente gráfico possui um conjunto de aplicativos
exclusivos; como por exemplo o gerenciador de arquivos, o
visualizador de imagens, o tocador de áudio e vídeo etc. Os
principais ambiente gráficos são: Kde, Gnome, Xfce e Lxde. Desses o
Kde e o Gnome são amplamente usados, onde: o Kde usa a barra de
tarefas na parte inferior com o menu no canto esquerdo inferior como
no Winodows; e o Gome a barra de tarefas parte superior da tela como
no MacOS da Apple.
Embora todos os
ambientes gráficos estejam disponíveis para ser usados numa mesma
distro, algumas distros são mais populares com determinados
ambientes. É o caso por exemplo do Ubuntu e do Mint que usam o
ambiente Gnome; e do Mandriva e do PclinuxOS que usam o Kde. Aliás,
muitas vezes a diferença entre as distros com o mesmo ambiente
gráfico são muitos pequenas, restringindo apenas à aparência como
ocorre com Mint em relação ao Ubuntu.
Essa liberdade
tanto na escolha da distro quanto no ambiente gráfico permite ao
usuário ter um computador que realmente o agrade e supra suas
necessidades. Assim, por exemplo, é possível tirar o máximo de
proveito de um computador mais antigo sem ter de usar um sistema
velho, ultrapassado e obsoleto como ocorre com os usuários do
Windows XP, que por um motivo ou outro não conseguem rodar o Windows
Vista ou 7 no seu computador sem comprometer o desempenho do mesmo. O
Linux tem essa vantagem. Eu mesmo rodo o Linux como todos os
programas atualizados (Firefox, pacote Office, tocador de áudio e
vídeo, visualizador de imagens, etc) num Notebook de 2005, onde o
Windows XP roda de forma sofrível. Aliás, a escolha do ambiente
gráfico varia de um usuário para outro. Eu pessoalmente tenho
preferência pelo Kde, mas alguns de meus amigos, que também usam
linux, preferem o Gnome. E vivá a liberdade de escolha!
O melhor conselho
que posso dar àquele que desejam buscar a liberdade e a estabilidade
do Linux é experimentando tanto as principais distros quanto os
ambientes gráficos. Algumas distros se saem melhor em determinados
computadores que outros assim como alguns usuários se identificam
mais com um determinado ambiente gráfico. É o caso aqui de casa: eu
e minha filha preferimos o Mandriva com o ambiente KDE, mas o resto
da família prefere o Linux Mint com Gnome. Conclusão: Nos 3
computadores da casa, 2 rodam Mandriva e um o Mint.
Imagens de cima para baixo:
1) Ubuntu (Gnome)
2) OpenSuse (Kde)
3) PclinuxOS (Lxde)
4) Mandriva (Kde)
5) Linux Mint (Gnome)
domingo, 18 de setembro de 2011
A INTERNET E A REVOLUÇÃO NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
A Internet, ao longos dos últimos anos, tem passado por uma série de transformações. Muitas delas provocaram verdadeiras revoluções e contribuíram para a sua disseminação e popularização. E nada contribuiu tanto para transforar a internet em algo corriqueiro, fazendo parte do nosso dia a dia, quanto as redes sociais. Hoje em dia há redes sociais para todo o tipo de propósito. A maioria de nós inclusive faz parte de mais dessas redes ao mesmo tempo.
E as redes sociais não são só uma febre que vem e passa como muitas febres na internet. Elas só não vieram para ficar como também estão mudando o comportamento e o gosto das pessoas. E uma das maiores mudanças e talvez a mais significativa de todas é com relação ao entretenimento. Até pouco tempo o rádio e a televisão reinavam absolutos na preferência do público em geral. Mas hoje eles vêm perdendo ouvinte e telespectadores de forma continua. Embora o rádio e a TV não irão desaparecer, pelo menos num futuro próximo, a perda de preferência para a internet deve levar inevitavelmente a uma drástica redução de estações de rádio e TV. As rádios online, os sites de vídeo como o YouTube por exemplo serão os grandes favorecidos. Aliás, os novos aparelhos de TV que permitem acessar a internet são consequência dos novos tempos. Tanto o ouvinte quanto o telespectador não quer mais ficar preso às grades de programação para ouvir suas músicas preferidas ou assistir seus programas. Ele quer ter a mobilidade de ouvi-las ou assisti-los quando quiser e quando puder. E no momento nem o rádio e nem a televisão são capazes de lhe proporcionar isso. Somente a internet tem esse poder.
Quando nos anos 80 achar que um dia o computador, o aparelho de som a TV e o telefone fossem se unir num único aparelho o sujeito era chamado de louco. Hoje isso é realidade e a previsão se confirmou. Portanto achar que num futuro próximo a TV e Rádio como hoje a gente conhece desaparecerão não é mais tão absurdo quanto foi aquela previsão dos anos 80. Uma nova era só está começando. A verdadeira revolução ainda está por vir.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
O ANDROID FAZ MAIS UMA VÍTIMA
Há algum tempo escrevi um artigo onde afirmava que o Google havia vencido a disputa com os concorrentes na disputa por um sistema operacional padrão para smartfones e tablets. Na época do artigo, ainda não havia sido anunciado a parceria da Nokia com a Microsoft e consequentemente o abandono do Meego pela mesma. Alegando que o Meego não estava pronto para ser usado, a Nokia preferiu os milhões da Microsoft e assim adotar o Windows em seus futuros aparelhos. O problema é que o Windows também não estava (e ainda não está) pronto para o uso. E para complicar, a participação dela no mercado de celulares vem em queda livre. Às pressas, lançou um aparelho com o Meego, mas logo em seguida declarou que possivelmente não lançará outro. Aliás, recentemente afirmou que não lançará o N9 com Meego em vários países, inclusive no Brasil, Estados Unidos e Inglaterra. Agora foi a vez da HP anunciar que desistiu do WebOS, sistema desenvolvido por ela para ser usado em Smartfones e Tablets. O único tablet lançado com o WebOS foi um fracasso de vendas. Enfim, mais um que não consegue competir com o Android. Embora o Meego continua a ser desenvolvido pela Intel e seus parceiros, ainda não decolou. A RIM pode ser a próxima vítima do Android. Seu sistema também é um fracasso. E se continuar assim o Android do Google poderá se tornar entre os celulares e tablets o que o Windows se tornou nas últimas décadas entre os PCs. O Linux, apesar de inúmeras vantagens com relação ao Windows, não consegue arranhar a hegemonia da Microsoft. O mesmo pode ocorrer com Windows mobile com relação ao Android. Quando os primeiros aparelhos forem lançados, o Android terá se tornado um padrão. Nessa disputa aliás, a Apple é um mundo a parte, pois sua intenção não é a disseminação de seu sistema, mas integrá-lo perfeitamente a um pequeno número de aparelhos e atingir um público específico.
domingo, 31 de julho de 2011
LINUXSOCIALL: O LINUX TEM AGORA A SUA REDE
Há algum tempo que as redes sociais viraram sinônimo de internet. Aliás, muita gente só usa a internet exclusivamente para este fim. Talvez por isso as redes sociais ganharam um destaque e uma importância jamais imaginado há dez anos, quando a internet adquiriu proporções mundiais. Hoje é difícil encontrar alguém que não tenha pelo menos um perfil no Orkut, Facebook ou em outra rede social qualquer.
No entanto, estas redes são usadas em sua maioria para criar um grupo seleto de amigos, com os quais serão compartilhadas mensagens, fotos, vídeos ou participando de jogos online. Na maioria das vezes, o objetivo é mostrar para os amigos o seu dia a dia através de mensagens e fotografias. Não por acaso, uma das atividades mais comum nas redes de relacionamento seja justamente a postagem de fotografias.
Por outro lado existem aquelas redes sociais com objetivos específicos, cuja proposta não é expor a vida social ou particular de ninguém, mas tão somente reunir pessoas com interesses comuns.
Dentre esse segundo seguimento de redes sociais, há a LinuxSociall, uma rede criada por Elton Jamenix, cujo o objetivo é justamente reunir os amantes e simpatizantes do sistema operacional Linux e seus derivados para a troca de conhecimento e informações. O Linux, para quem não sabe, é um Sistema Operacional assim como o Windows, cujo diferencial é ser livre, capaz de se adaptar aos mais variados tipos de usuários e computadores. E o mais importante de tudo: é gratuito. Hoje o Linux está presente não só em computadores, mas também em tablets, smartfones e uma infinidade de dispositivos eletrônicos. Aliás, o tão badalado Android do Google é derivado do Linux.
E por falar em liberdade, o grande diferencial do LinuxSociall é justamente não ser mais uma rede social, e sim reunir pessoas interessadas em compartilhar conhecimento e trocar experiências na área de informática. Apesar de ter sido lançada há pouco mais de dois meses, é um grande sucesso. Há mais de 1.000 membros cadastrados e atuando de forma intensa.
Um grande diferencial que tornar o Linuxsociall interessante é a forma como os assuntos são organizados. Diferentemente de outras redes sociais, onde informações sobre o mesmo assunto estão espalhadas em comunidades, aqui as coisas são organizadas por grupo, tornando a busca bem mais fácil. E isto me chamou a atenção logo de cara. Por falar em chamar a atenção, outra grande jogada foi a criação de uma rede que mistura Facebook com Twitter.
Mas LinuxSociall não é só para os usuários do Linux como o nome pode levar a crer. É uma rede livre, onde os usuários podem opinar e participar para torná-la melhor; é uma rede onde é possível encontrar informações sobre tecnologia, novos dispositivos (como tablets e smartfones, por exemplo) e sobre o maravilhoso mundo da informática. Além disso, o usuário pode postar mensagens que não seja necessariamente sobre Linux, embora exista uma limitação de 5% para esse tipo de mensagem.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
A VITÓRIA DO ANDROID (GOOGLE)
Ninguém em sã consciência diria há dois anos atrás que haveria uma revolução tão profunda no mundo da informática como a que está ocorrendo no momento. Nem mesmo aqueles mais experientes, acostumados com o ir e vir das novas tecnologias seria capaz de prever tamanha mudança em tão curto espaço de tempo.
A impressão que se tem hoje é de que o computador com o qual estamos acostumados virou coisa do passado. E não só o computador em si como também o Sistema Operacional (aquele programa que faz o computador funcionar). Durante mais de duas décadas o Windows (sistema operacional da Microsoft) esteve presente em quase 100% dos computadores e a maioria de nós passou a vê-lo como parte integrante do computador.
Mas eis que surgem os aparelhos celulares inteligentes, os chamados smartfones, que rapidamente foram ganhando funções até se tornarem minicomputadoes de bolso. E a indústria eletrônica não satisfeita resolve criar um aparelho ainda mais revolucionário: o tablete.
Para quem não sabe, o tablete é um aparelho entre um computador e um smartfone. Não possui um teclado, unidades de discos como um computador, mas funciona como um; não é apropriado para fazer ligações como um celular, mas possuí tela sensível ao toque, navega na internet e tem os mesmos recursos que um smartfone, embora numa tela maior. Enfim, para uns, trata-se de um computador com limitações e, para outros, de um smartfone com mais recursos.
Independentemente do ponto de vista de cada um, uma coisa precisa se admitida: os tabletes se tornaram o sonho de consumo da maioria das pessoas. E de fato devem num médio espaço de tempo substituir boa parte dos computadores, devido a praticidade para sem levados para todos os lados. Alguns inclusive cabem no bolso.
Bem, mas o que o Google tem a ver com essa história? Muito simples: assim como os computadores e os smartfones, estes aparelhos precisam de um programa que os faça funcionar, ou seja: de um Sistema Operacional. Embora muitas empresas tenham investido nos seus próprios sistemas operacionais, como a Nokia e a Intel com o MeeGo, a HP com o WebOS, a Samsung com o Bada, a Apple com o IOS e o Google com o Android, só estas duas últimas conseguiram implacar os seus sistemas.
Mas há uma grande diferença entre a Apple e o Google. Enquanto uma manteve o seu sistema fechado e disponível somente nos seus aparelhos, a outra o forneceu gratuitamente a quem quisesse usá-lo. Conseqüência: começaram a surgir uma infinidade de aparelhos com o Android. E pelo rumo que as coisas estão tomando, assim como aconteceu no passado entre a Microsoft e a Apple e agora entre o Google e a própria Apple, este filme sabemos como termina.
A impressão que se tem hoje é de que o computador com o qual estamos acostumados virou coisa do passado. E não só o computador em si como também o Sistema Operacional (aquele programa que faz o computador funcionar). Durante mais de duas décadas o Windows (sistema operacional da Microsoft) esteve presente em quase 100% dos computadores e a maioria de nós passou a vê-lo como parte integrante do computador.
Mas eis que surgem os aparelhos celulares inteligentes, os chamados smartfones, que rapidamente foram ganhando funções até se tornarem minicomputadoes de bolso. E a indústria eletrônica não satisfeita resolve criar um aparelho ainda mais revolucionário: o tablete.
Para quem não sabe, o tablete é um aparelho entre um computador e um smartfone. Não possui um teclado, unidades de discos como um computador, mas funciona como um; não é apropriado para fazer ligações como um celular, mas possuí tela sensível ao toque, navega na internet e tem os mesmos recursos que um smartfone, embora numa tela maior. Enfim, para uns, trata-se de um computador com limitações e, para outros, de um smartfone com mais recursos.
Independentemente do ponto de vista de cada um, uma coisa precisa se admitida: os tabletes se tornaram o sonho de consumo da maioria das pessoas. E de fato devem num médio espaço de tempo substituir boa parte dos computadores, devido a praticidade para sem levados para todos os lados. Alguns inclusive cabem no bolso.
Bem, mas o que o Google tem a ver com essa história? Muito simples: assim como os computadores e os smartfones, estes aparelhos precisam de um programa que os faça funcionar, ou seja: de um Sistema Operacional. Embora muitas empresas tenham investido nos seus próprios sistemas operacionais, como a Nokia e a Intel com o MeeGo, a HP com o WebOS, a Samsung com o Bada, a Apple com o IOS e o Google com o Android, só estas duas últimas conseguiram implacar os seus sistemas.
Mas há uma grande diferença entre a Apple e o Google. Enquanto uma manteve o seu sistema fechado e disponível somente nos seus aparelhos, a outra o forneceu gratuitamente a quem quisesse usá-lo. Conseqüência: começaram a surgir uma infinidade de aparelhos com o Android. E pelo rumo que as coisas estão tomando, assim como aconteceu no passado entre a Microsoft e a Apple e agora entre o Google e a própria Apple, este filme sabemos como termina.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
VERSÃO 10 DO OPERA LANÇADO.
Dia 01/09 foi lançada a mais nova versão do navegador Opera. Para quem não sabe, o Opera é o mais rápido e moderno navegador de Internet. Embora não seja tão conhecido e usado no Brasil, foi o primeiro navegador a usar abas, a embutir um gerenciador de Downloads, a ter recursos de bittorrent entre outros, recursos estes que foram implementados posteriormente no Firefox e no IE.
Já uso o Opera há alguns anos e realmente não o troco por nenhum outro. E agora com a versão 10, ficou ainda melhor, com um visual belíssimo. Confiram algumas imagens:
Esta última imagem, onde se ve o meu perfil no facebook, é do meu próprio computador rodando o Mandriva Xtreme 3, uma distro incrível, cujos recursos 3D deixa qualquer um babando.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
EU USO LINUX

Por quase 20 anos usei o sistema da Microsoft – MS-DOS nos anos 80 e Windows a partir dos anos 90 –, mas depois de aborrecer-me de tanto lutar contra os vírus e com a falta de velocidade causada pelos Antivírus acabei experimentando o LINUX. De início confesso que a tarefa não foi nada fácil pois lá pelos anos 2004 o Linux ainda estava muito atrasado em relação ao sistema da Microsoft. Contudo, existia um ponto a favor do sistema do Pinguim: não precisava me preocupar com os viruis e com vacinas. Desta feita, o sistema tinha um desempenho melhor no quesito velocidade. Com o passar do tempo porém o Linux foi se aperfeiçoando, ficando mais fácil, veloz e mais simples. Assim, a partir de 2007 abandonei definitivamente o Windows.
Hoje vejo amigos enfrentarem de quando em quando problemas com vírus, travamentos do sistema e programas que param de funcionar, janelas do navegador que se abrem sem explicação exibindo anúncios eróticos, roubo de dados, etc. Vez ou outra tenho de socorrê-los. Todavia, sinto-me um felizardo por não ter esses problemas pelo simples fato de usar Linux. Chego inclusive a recomendá-los a instalação do sistema pinguim, mas a maioria fica com uma orelha atrás, com o temor de que o sistema seja difícil de mexer. E mesmo após explicar-lhes que hoje em dia o Linux é tão fácil quanto o Windows ainda sim ficam com receios. É lamentável, porque o Linux, além de muito fácil de usar, é tão ou mais moderno que o Windows e na maioria dos casos tem uma performance melhor. E um detalhe, pode ser instalado sem ter de apagar o sistema da Microsoft.
Hoje, não troco por nada o Linux pelo Windows. Ah, mas não troco mesmo!
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